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Teste de queima TVs: demonstração da necessidade de normas de segurança contra incêndio

Especialistas do Departamento de Tecnologia de Incêndio do instituto de pesquisa Southwest Research Institute em San Antonio, Texas (EUA), realizaram testes de queima em diferentes televisores. Este vídeo mostra a importância dos padrões de segurança contra incêndio e da camada de proteção contra incêndio que os materiais retardantes de chama podem fornecer quando são adicionados em produtos eletrônicos domésticos.

Enquanto os televisores e os materiais utilizados nas TVs mudaram drasticamente nas últimas décadas, a necessidade de segurança contra incêndio não mudou. Hoje em dia, materiais poliméricos potencialmente inflamáveis ​​são usados ​​em televisores de tela plana e estes podem contribuir para incêndios sendo tanto o item causador do incêndio (decorrente de um problema elétrico) ou estando próximo ao foco do incêndio, aumento a carga de combustível total.

O vídeo mostra dois aparelhos de TV (mesmo modelo e marca) fabricados para dois mercados diferentes. Foram testados modelos similares de uma TV brasileira não tratada e uma TV norte-americana tratada com retardantes de chama.

A primeira é exposta a uma pequena chama aberta (50 watts) por apenas 60 segundos. Dentro de dois a três minutos, a TV está envolvida em chamas. O segundo teste foi realizado em condições idênticas. Mostra o mesmo modelo de TV exposto a uma fonte de ignição maior (500 W) passando por tentativa de ignição múltipla (60 segundos cada). Mesmo depois de ser exposto a uma chama maior, o televisor não pega fogo.

O teste ilustra a diferença de reação ao fogo apresentada por estes itens de acordo com as legislações locais de segurança contra incêndio e como a ignição destes itens pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de um incêndio em um aposento, residencial ou não.

O estudo do Southwest Research Institute foi publicado no Fire Technology, periódico em que os estudos são revisados por especialistas da área técnica para validação do conteúdo. O estudo completo pode ser acessado neste link.