Retardantes: eventos esportivos e previsões de aumento das vendas

Revista Plástico Moderno (09 de abril de 2012)

Legislação – As principais consumidoras dos aditivos retardantes de chama são as indústrias de eletroeletrônico, a linha branca, fios e cabos (em combinação com aplicações em eletroeletrônicos) e o automotivo. Esses são os segmentos tradicionais, mas há potencial para atuação em outras frentes. “Novas aplicações devem surgir com novas regulamentações”, avisa Lilian. A criação de normas está diretamente ligada ao crescimento do mercado. “O cenário do uso de retardantes de chama no Brasil ainda tem muito espaço para ser trabalhado”, comenta Lilian Salim, presidente da Associação Brasileira de Retardantes de Chama (Abichama).

 

No ano passado, o mercado nacional de retardantes de chama ganhou um importante aliado na rota rumo ao seu amadurecimento. Em novembro, foi criada oficialmente a Associação Brasileira da Indústria de Retardantes de Chama (Abichama). Ela representa três grandes empresas multinacionais: ICL-IP, Albemarle e GLS (Great Lake Solutions). Na teoria, a ideia é alertar e conscientizar os órgãos governamentais, o empresariado e a população acerca da importância da segurança contra incêndios. Em outras palavras, o que se vê é o empenho de grandes companhias internacionais em embutir mais rigor no setor e incentivar a propagação dessa categoria de produtos.

Um dos pontos cruciais de sua proposta se refere à legislação. Por isso, a Abichama faz parte da comissão de flamabilidade da CB-24, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e do Programa Brasil Sem Chamas. Seus representantes têm se unido aos órgãos públicos para sugerir novas normas ou melhorar aquelas em vigor no exterior. “Um dos compromissos é atuar em parceria com órgãos governamentais para o desenvolvimento e aplicação de novas regulamentações no país, que incentivem o uso dos retardantes de chama, além de sugerir a uniformização das regulamentações brasileiras, com a adequação a normas já existentes internacionalmente”, afirma Lilian Salim, presidente da entidade e engenheira da ICL-IP.

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